Está chegando o Natal!!!

Daisypath Christmas tickers

Meus Amores

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Feliz Natal!!!

Olá,

Vim desejar um feliz Natal a todos que visitam nosso cantinho.

Deixo algumas fotinhos do natal iluminado da minha adorada cidade!

Que todos tenham um dia de bênçãos, fraterno, de união e amor!
Que seja o momento de perdoar, de se perdoar, de colocar em prática tudo que deixamos de lado junto a nossos entes queridos por conta da correria do dia a dia!
Que Jesus possa ter espaço na casa e no coração de cada um de nós, que seja lembrado com força e fé e que os presentes sejam apenas uma forma de carinho e não o motivo principal da festa!









FELIZ NATAL!!!

Beijos,

Cláu e Família!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

MÃE DE VERDADE!!!

Fazendo a limpeza de final de ano na casa encontrei uma linda historinha que eu adoro, chamada 'Mãe de Verdade', publicada no jornal 'O Imortal', em Itambé/Pr. Só não tenho a data da publicação!

Mãe de Verdade

O pequeno Índio andava pela mata, triste e desanimado. Sua mãe morreu no mesmo dia em que ele nasceu. Foi criado por uma mulher boa e generosa que se prontificou a tomar conta do recém-nascido. Mas, o que seria uma "mãe"? Ele tinha vontade de saber...
Resolveu, então, sair e perguntar a todos que encontrasse.
Alguém por certo lhe descreveria uma "mãe"!
Saiu pela floresta num lindo dia de sol, encontrou uma coelha escondida entre as folhas de um pequeno arbusto e lhe fez a pergunta. Nesse instante surgiu um filhotinho, assustado com alguma coisa, e a mãe coelha respondeu enquanto acariciava o filho:

- Ah! Mãe é aquela que protege dos perigos!

O indiozinho andou mais um pouco e encontrou uma coruja no galho de uma árvore e lhe fez a pergunta. Fitando os filhotinhos com seus enormes olhos arregalados cheios de ternura, ela respondeu:

- É aquela que ama os lindos filhotinhos que Deus lhe deu.

O indiozinho não entendeu, pois os filhotinhos da coruja eram muito feios, mas afastou-se e encontrou uma passarinha que trazia, presa ao bico, uma apetitosa minhoca. Fez-lhe a pergunta e ela respondeu, sem hesitar, após colocar minhoca no bico do filhote que esperava ansioso, no ninho:

- Mãe é aquela que alimenta para que o pequeno cresça forte e sadio!

O menino índio agradeceu e continuou seu caminho.
Encontrou uma gata que lambia, cuidadosa, o seu filhotinho. Perguntou e a gata respondeu, sem parar o que estava fazendo:

- Mãe é aquela que lava e cuida para que o pequeno esteja sempre limpinho!

Já era tarde e o indiozinho resolveu voltar para casa. Estava tão confuso: a sua pergunta tinha sido respondida de formas tão diferentes!...
Caminhando rápido, tropeçou num tronco de árvore e caiu, machucando a perna. Continuou com grande dificuldade porque estava sentindo muita dor.
Ao aproximar-se da aldeia, viu aquela que cuidava dele correr ao seu encontro, aflita, perguntando:

- Onde você foi?! Estava preocupada! A noite chegou e você não aparecia! Está machucado?...E que sujeira!...Venha! Vamos lavar o ferimento e fazer um curativo. Está com fome?! Preparei aquele ensopado de legumes que você mais gosta!

Olhando para a mulher que o fitava com tanto amor e que falava mostrando carinho e preocupação com seu bem-estar e segurança, o indiozinho lembrou-se do que os seus amigos da floresta lhe haviam dito.
Não teve dúvidas: ela era a síntese de tudo o que eles disseram e muito mais!
Com os olhos úmidos de pranto, ele falou enternecido e confiante:

- MAMÃE!

beijos,

Cláu

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A surpresa...

Gente, como chooooove!!! Aqui parece que o céu está derretendo!!!

Continuando a história...

Iniciamos o namoro à caminho do parque do Ibirapuera!
O dia foi maravilhoso, algo único!
O pessoal da mocidade ficou alvoroçado, foi um ti-ti-ti, cochichos com risadinhas e nós dois ficávamos para trás em todos os passeios...rss

Na volta conversávamos todos animadamente, até que chegamos ao metrô Penha e cada um foi para o seu ponto de ônibus.
Eu, o André, a irmã dele e mais uns dois ou três colegas pegávamos o mesmo ônibus.
O pessoal sentou perto do cobrador e nós dois nos sentamos no último banco, próximos à porta, porque eu descia bem antes deles.

Enquanto nos ajeitávamos no lugar, arrumávamos as coisas que carregávamos, surgiu uma identidade: a minha!
Ele quis ver a foto, eu entreguei.
Depois de ver a minha foto na identidade, me entregou fazendo algum comentário divertido...pq foto de RG é sempre feia...kkk...e eu pedi para ver a foto dele.
Ele abriu a carteira, pegou a identidade e me entregou.
Olhei a foto e o nome...o NOME!!!
Quase não pude acreditar...era André LUÍS!!!

Comecei a rir, dizendo não acreditar no que via. Aquilo era impossível de estar acontecendo!!! Eu jamais imaginava que ele poderia ser André Luís!!!
André até vá lá...uma coincidência, mas André Luís era demais! Não tinha como crer em coincidência ali!

Ele quis saber porque eu estava tão surpresa com o nome dele e aí contei:

- Seu nome me atormentou por quase 3 semanas em maio! Eu acordava e dormia com o nome André Luís martelando em minha cabeça! Ficou de tal forma presente que quando parou eu senti falta!

Ele riu divertido e falou que há cerca de 1 ano antes havia tido um sonho estranho, no qual era levado a um lugar escuro, com fumaças e que via uma silhueta de mulher mais ou menos da minha altura, com os cabelos compridos tbm, mas que ele não havia conseguido ver o rosto. Havia sido impedido antes de chegar mais perto!

Meudeusdocéu!!! O meu coração disparou!!! Fôra exatamente nesse tempo que tive o mesmo sonho, da mesma forma!!!

Se aquilo não era um sinal, eu não saberia explicar o que poderia ser!

Aí ficamos comparando o meu sonho com o dele, o que ele viu e o que eu vi, o que sentimos e tudo foi muito parecido, só que ele achava que aquela pessoa que ele viu e que poderia ser a 'cara metade' dele deveria estar em um outro plano de vida.

Eu pedi para que ele se virasse de costas, pq o que me impressionou bastante foi a nuca, o formato do corte do cabelo da pessoa que eu vi no sonho. Ele virou-se e o corte do cabelo era igual, a altura semelhante.

Neste momento vimos que estávamos irremediavelmente unidos e que havíamos finalmente nos (re)encontrado!

Daí em diante, com todas as afinidades e semelhanças nos interesses de vida, o namoro seguiu e se firmou até o casamento!

Até hoje, depois de quase 20 anos, ainda temos muita sintonia e não precisamos falar muito. Um 'pega' o pensamento do outro. É uma coisa incrível!!!

Aqui encerro o ciclo dos sonhos e pressentimentos sobre o André!

Depois venho contar outros sonhos que tive em relação aos filhos!!!

Possivelmente coloque algumas fotinhos, tbm, desta fase que encerrou!

bjs,

Cláu

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Selinho!!!

Ganhamos um selinho!!!

As regras são:

Falar de quem ganhei o selinho:

Ganhei da Paula, mamãe do Pedro e da Maria Clara: http://paulaefilhos.blogspot.com

Enviar para 10 blogs!

Kátia e Yasmin

Andréia, Anna Laura e Anna Lívia

Cíntia e JP

Cláudia e Gigi

Paty e Luiza

Ana, Luisa e Mariana

Dea, JP e Rafaella

Josi e Léo

Lu e Matheus

Priscila e Meninas

bjs,

Cláu

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Recadinho:

Paulaaaa, não consigo enviar msg no seu blog!!! Estou tentando desde cedo!

Obrigada pelo selinho e parabéns para a Maria Clara!
Que Papai do Céu a cubra com bênçãos de saúde, paz e muitas felicidades sempre!

bjs.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

E as mãos se encontraram!

No domingo fizemos a segunda apresentação.
Apesar do frio a festa era sempre um sucesso!
Ao final da festa, enquanto arrumávamos a rua, a turma começou a programar um passeio para a próxima quinta que seria feriado de Corpus Cristi.
O passeio seria ao Planetário, no Ibirapuera e o encontro seria no metrô Penha às 9:30h da manhã.

Na segunda-feira finalmente meu telefone, aquele que ficava na mesa de trabalho, tocou!
Era ele!!!
- É a Cláudia?!
- Sim!
- Oi...é o André da Mocidade, tudo bem?!
E o coração quase saiu pela boca! kkkk
Tentando disfarçar a voz:
- Tudo...tudo bem!
- Você vai ao Planetário quinta?!
- Lógico que sim!

Aaaaai que fora! Lógico porquê?!?!?! Não tinha nada de lógico porque eu poderia bem não ir! Percebi na ora que dei bandeira, mas simplesmente saiu! Percebi também que ele achou graça no meu jeito e fiquei ainda mais desejando que um buraco se abrisse ali, naquela hora! Só agradecia a Deus que essa situação embaraçosa fosse por telefone, porque se fosse pessoalmente acho que eu desintegraria! kkkk
Ele deu uma risada e disse que iria também.
A conversa não passou disso. Não tínhamos muito o que dizer, até pq o cérebro parecia estar vazio!
Despedimos e ficou de nos encontrarmos no passeio.

Aquela estava sendo uma semana difícil para mim! Embora eu estivesse indo muito bem no curso de Administração na faculdade, melhor até do que muita gente que já trablhava na área, não era o curso que me atraísse, eu estava infeliz e sem motivação para continuar.
Entrei no curso mais por causa dos meus pais...um grande erro!...e estava pagando o preço!
Tinha que decidir o que fazer, pois estávamos fechando o semestre e eu tinha que decidir se parava ou continuava naquele momento.
Depois de muito pensar, decidi trancar a matrícula. Fiz isso na quarta, véspera do feriado.
Embora fosse o que eu queria, fiquei muito mal. Sabia que não seria aprovada minha decisão em casa, mas sabia que era o melhor a fazer!
Naquela noite não dormi e pela manhã senti minha mãe desapontada com a notícia.
Estava muito triste e tinha decidido não ir ao passeio, mas comecei a conversar com meu irmão e ele apoiou, disse que se eu não estava feliz que tinha feito o melhor, que teria o semestre para decidir o que fazer no próximo ano e que eu deveria ir ao passeio, que ficar em casa remoendo não ajudaria em nada.

Faltava pouco para as 9:00h. Não daria tempo!!!
Troquei rápido, meio querendo desistir novamente, mas acabei saindo correndo até o ponto do ônibus.
Realmente não adiantaria ficar remoendo a decisão tomada!
Eu não sabia onde ficava o Planetário e fui decidida a voltar para casa caso não os encontrasse no metrô.
Entrei no primeiro ônibus que iria para o metrô e, para minha surpresa, encontrei mais um retardatário...rss
Um dos meninos do grupo de Mocidade que havia se atrasado, tbm. Ele sabia onde era o Planetário e ficou feliz quando entrei no ônibus. Desta forma ele não precisaria ir sozinho encontrar o pessoal no Ibirapuera se eles não estivessem mais no local combinado.
Fiquei mais animada e vi que o dia poderia ser muito bom! Estava calor, o dia estava lindo.

Chegamos às 9:40h e para nossa surpresa estava todo mundo lá!
Eles haviam decidido esperar até as 9:45h!
Assim que chegamos virou uma confusão. Risos e cochichos e, de repente, todo mundo saiu correndo de mãos dadas!
Eu passava pela catraca e o André ficou para trás!
Descemos juntos.
Achei muito estranha a atitude do grupo, mas tudo bem. Pareceu (e foi! rss) que haviam nos deixado para trás de propósito!

Eu não tinha comentado nada com ninguém. Porque será, então, aquela atitude?!
O André não dava mostras de estar interessado nem nada, apenas conversamos, ele ligou uma única vez para saber se eu ía ao encontro.
Enfim...embora não achasse nada do que estava acontecendo natural, tentei agir com naturalidade...rs

Entramos no vagão do metrô, descemos na Sé, fizemos a baldeação e sempre o grupo na frente e nós dois para trás...rss

No caminho para o Ibirapuera, descendo a rua, logo que passamos em frente ao prédio da Unifesp, no cruzamento seguinte, a surpresa:
O André pegou na minha mão para atravessarmos a rua e, daí para a frente, não soltamos mais!
Descemos até o parque de mãos dadas.
Conforme o pessoal foi se virando para falar alguma coisa e foi vendo, a confusão se armava: todo mundo rindo e cochichando e andando cada vez mais rápido para se distanciarem da gente!
Não sei descrever até hoje a sensação.
Embora eu não estivesse querendo um relacionamento naquele momento, também não tive forças para resistir e deixei a coisa andar!

E no dia 14 de junho de 1990, o André pegou na minha mão naquele cruzamento e não soltamos mais, literalmente!
Lá se vão quase 20 anos!

A surpresa da volta fica para outro post.

beijos e até mais!

Cláu

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Enfim...

Chegamos ao último final de semana de maio e o ensaio no sábado foi o último, portanto com mais exigências!
Já tínhamos um número considerável de casais, algumas meninas iriam dançar em duplas tbm.

Embora eu não gostasse de participar destas festas, estava me divertindo com os ensaios e tive oportunidade de conhecer bastante gente bem legal, fui logo incorporada ao grupo mesmo sem fazer parte da Mocidade e pude participar de trabalhos beneficentes com este grupo que muita satisfação me trouxeram!

No sábado foi uma confusão muito grande, muita gente no ensaio.
Neste sábado havia mais gente que o habitual e entre a multidão um rapaz me chamou a atenção numa hora em que fui beber água.
Estávamos no centro e quando fui usar o bebedouro ele estava sendo usado por um rapaz que eu ainda não tinha visto nos ensaios ainda, assim como outros que apareceram naquele dia.
Eu não sabia quem era, mas um arrepio me correu a espinha. Não sei explicar! Não trocamos uma palavra! Ele tomou a água e se afastou para que eu pudesse beber também.
Voltamos para o ensaio sem nada falar. Apenas um aceno de cabeça e um sorriso amistoso como se cumprimenta desconhecidos. Mais nada!

E ainda neste sábado fiquei sem saber quem era o André!
Aliás, neste dia eu nem soube se ele havia ido ou não, porque a Rose nada comentou. Achei que o par dela poderia ser mais um 'avulso' já que ela vinha dançando a cada semana com um par!

No domingo o ensaio foi na casa de uma senhora que morava perto do centro, onde o quintal era bem grande e agradável.

Como em todos os outros ensaios, muita risada, muitas brincadeiras, muita alegria que é inerente aos jovens adolescentes!
Eu estava intrigada!
Será que não saberia nunca quem era aquele tão falado André?!
E o ensaio correu como nos outros dias, mas com a expectativa de ser o último!
Na semana seguinte nos apresentaríamos na quermesse!

Quando os ensaios eram na casa desta senhora, levávamos cada um um prato e fazíamos um lanche depois do ensaio!
Eu já havia feito algumas amizades e era agradável estar ali!

Neste domingo, como nos outros, fomos embora em grupos.
Eu saí com duas meninas: a Paula e a Rose.
Quando estávamos subindo a rua em direção ao ponto onde elas pegariam o ônibus, mais ou menos no meio do percurso da ladeira, a Rose estanca no meio da rua e diz:

-Ah, mas eu não me despedi do André! Não posso ir embora sem me despedir dele!
E voltou!
Eu e a Paula voltamos junto e eu, com o coração disparado, só pensava: 'então ele veio hoje! Não posso perder a oportunidade de ver quem é!'.

Quando chegamos no portão da casa havia 2 rapazes com a dona da casa, conversando animadamente.
A Rose então, de forma bem expansiva, abriu os braços e foi falando:
- Aaaah, André, eu não poderia ir embora sem me despedir de você!
E o abraçou demoradamente!

Para minha surpresa, era o rapaz do bebedouro do dia anterior!
Afeeeeee! Fiquei com as pernas tremendo...rss

Ficamos os 5 ali conversando com a dona da casa mais um pouco, nos despedimos e iniciamos a subida novamente.
Saímos todos juntos, mas a certo ponto os outros 3 ficaram um pouco mais à frente e nós dois ficamos para trás.
Fomos perguntando coisas um do outro e ele achou que eu tinha 16 anos!
Quando falei que tinha 20 ele se surpreendeu. rss
Aí passou a demonstrar mais interesse na conversa. Diz ter achado que eu era muito nova, quase da idade da irmã dele.
Até então eu não sabia que a Paula era sua irmã! Ela tinha 15 anos e foi uma das meninas com quem me afinizei desde o princípio.

Chegando ao ponto do ônibus, enquanto esperávamos a condução dele e da irmã, ficamos surpresos com nossas semelhanças de interesses na vida!
Eu e ele fazíamos faculdade, trabalhávamos, ele contou da família enorme dele e eu da minha pequena família e assim a coisa transcorreu até que ele perguntou se eu tinha telefone.
Imediatamente peguei um pedaço de papel e caneta e dei o telefone do serviço, um número que era direto e tocava na minha mesa...rsss...e o telefone de casa!
Ele dobrou o pequeno papel e colocou na carteira.
O ônibus chegou, eles entraram e eu segui para casa à pé, pois morava há algumas quadras dali.

A certo ponto da conversa, ao olharmos nos olhos um do outro foi como se o olhar dele penetrasse até meu estômago. Uma coisa estranha! Algo que eu nunca havia sentido antes!

Desci a rua de casa, para variar, inconformada comigo mesma novamente!
Como fui dar o número de meus telefones para um desconhecido?!
O do serviço até tudo bem, mas e o de casa?! Não deveria ter feito isso!!! Porque agi assim, já que nem o pessoal do grupo de trabalho da faculdade tinha o telefone da minha casa?!
Eu sempre fui muito seletiva para dar o número de casa! Deveria estar perdendo o juízo de vez! Só podia ser!
Era a segunda vez em menos de 1 mês que eu agia por impulso!!!
Não estava me reconhecendo!

Embora estivesse indignada, naquele dia sentia algo diferente que não sabia explicar! Uma sensação de ansiedade e alegria.
Demorei para pegar no sono, tive uma noite agitada e durante a semana fiquei esperando que o telefone tocasse no serviço!
Não deixei ninguém atender! Nos primeiros dias nem almoçar eu fui! Comi no escritório, mesmo.

E o telefone não tocou...
A semana transcorreu assim: eu ansiosa, o povo do serviço tirando o maior sarro de mim por conta do telefone.
Aí minha indignação aumentou: como eu poderia estar esperando um telefonema como aquele?! Era lógico que ele não ía ligar!!! Quanta idiotice a minha!!!

E chegou o grande dia!!! Nossa apresentação na festa junina!!!
Nos arrumamos no salão de festas do abrigo, dançamos, participamos da festa. Tudo muito animado e divertido.
Como voluntários do abrigo, dávamos atenção aos nossos idosos também!

Ao término da festa, ajudar a arrumar a bagunça da rua e o reforço para chegarmos mais cedo no domingo para ajudarmos a arrumar tudo novamente para a festa.
Uma despedida rápida e fim para o sábado.
Nenhuma novidade!

Por agora é isso!

bjs,

Cláu

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Maio chegou!

Iniciamos o mês de maio com o planejamento do ensaio da quadrilha das crianças!
Surpreendentemente um dia acordei e o nome André Luís não ocupava mais meus pensamentos!
A sensação foi como se meu cérebro estivesse vazio, ou em branco...rss
No dia que isso aconteceu, recordo que de vez em qdo eu pensava no nome voluntariamente, talvez porque tenha ficado tantos dias...semanas...com ele involuntariamente nos pensamentos que quando parou senti uma espécie de vazio!

No primeiro domingo de maio organizamos as duplinhas e vimos que teríamos que juntar as salas, pois tínhamos mais meninas que meninos!
Feito o sorteio das duplas, ficou acertado que no domingo seguinte iniciaríamos os ensaios!
Uma das professoras ficou encarregada de levar o cd com a música de quadrilha e a coordenadora de pedir autorização no abrigo para ensaiarmos no pátio deles.

Segundo domingo de maio, reunimos as crianças, fizemos a oração inicial e fomos para o abrigo.
Lá descobrimos que não tínhamos onde ligar o rádio e precisaríamos de uma extensão!
Enquanto elas tentavam organizar as crianças que se dispersavam para conversar com os idosos...rss...eu fui à portaria verificar se tinham uma extensão para emprestar!

Na portaria do abrigo, aos finais de semana, quem ficava trabalhando eram voluntários.
Neste domingo estava lá um garoto do grupo de Mocidade!
Solicitei a extensão e ele, prontamente, arrumou uma para nós!
E o ensaio iniciou sem maiores problemas, sob os olhos atentos dos queridos idosos que acotovelavam-se à sombra das árvores!

Quase ao final do ensaio, o voluntário que estava na recepção do abrigo veio dar uma espiadinha nas crianças e, depois de um tempinho, aproximou-se de mim sorrindo e brincou:
- Nossa, nem consegui te localizar! Vc se confunde em meio às crianças!
Dei risada!
Era verdade!!! Do alto dos meus 1,53 eu certamente era até menor do que algumas crianças! kkkk

Tão logo o ensaio terminou, as professoras levaram as crianças por dentro do abrigo para o centro para serem entregues aos pais e eu saí pela portaria do abrigo para devolver a extensão.
O garoto estava ocupado atendendo o recebimento de doações e esperei uns minutos.
Logo ele veio, pegou a extensão, perguntou se eu iria dançar com as crianças e eu disse que não, que só estava ajudando no ensaio, mas que todas tinham pares e não precisariam de uma de nós para dançar.
Então ele faz a proposta:
- Você não quer vir ensaiar com o pessoal da Mocidade?! Estamos com falta de meninas! São poucas duplas até agora.
E eu, sem sequer pensar, disse: SIM.

Bom, o 'sim' saiu mais rápido do que o pensamento e eu mesma, depois de ter aceito, não compreendi porque aceitei!
Eu não dançava quadrilha desde a segunda série, quando deixou de ser obrigado às crianças dançar.

Aceito o convite, marcamos de nos encontrar às 15:00hs em frente ao abrigo, pois iriam todos juntos para a casa onde seria feito o ensaio.
No caminho para casa fui pensando, indignada comigo mesma:
- como eu fui aceitar esse convite de um desconhecido?!
- como eu iria para a casa de uma pessoa que eu nunca vi na vida?!
Enfim...eu deveria estar ficando maluca! Eu não era assim! Tudo que eu fazia era sempre bem pensado, planejado! Nunca havia feito nada de impulso desta forma!

Eu não havia dado certeza que iria naquele ensaio porque neste domingo minha mãe estaria sozinha. Ficou combinado de, caso minha mãe não estivesse muito bem, que eu iria no ensaio da semana seguinte.
Surpreendentemente, quando cheguei em casa, havia visita que faria companhia à minha mãe a tarde inteira!
Fiquei entre aliviada e apreensiva! Não estava gostando da idéia de sair com desconhecidos e ir para a casa de alguém que eu jamais vira na vida!

Enfim, tomei banho, almocei, arrumei a cozinha e saí!
Cheguei à porta do abrigo faltavam poucos minutos para as 3 da tarde!
Já havia um número considerável de jovens e fiquei meio encabulada. Tenho dificuldade em me integrar a grupos assim, então fiquei de lado. Ninguém me conhecia e o rapaz que me convidou ainda não estava ali!
Logo que ele chegou, veio expansivamente me comprimentar, apresentar a alguns dos jovens que ali estavam e seguimos rumo à casa onde seria o ensaio!
Lá chegando, fui apresentada à dona da casa e a outros jovens que lá já estavam!

Nem preciso dizer que não gravei o nome de ninguém! Muita gente nova e o único nome era mesmo o do voluntário, em quem eu tratei de ficar próxima o tempo inteiro!
Sem muita demora, as duplas começaram a se formar.
Eu fui apresentada ao meu par, um jovem moreno, pouco mais alto do que eu, que estava doido para dançar mas que estava sem par!
Ficamos lado a lado, fizemos a roda, depois a fila...rss...e qual não foi a minha surpresa quando uma das meninas vira e fala:
- Ah, Poli, assim não dá! O André não veio de novo!

Opa, opa, opa!!! NAQUELE ensaio havia um ANDRÉ?!
Meu coração quase saiu pela boca!
Não era possível isso!
Tinha um André e ele não foi?!
Foi inevitável pensar naquele momento: Será ele o André da minha cabeça?!
Não havia muito o que ficar pensando! Sem sombra de dúvidas era só uma coincidência, pois o da minha cabeça era André Luis!
De qualquer forma, meu cérebro entrou em ebulição! rss

Embora estivesse um ar meio frio, dancei suando. Realmente fiquei alterada!
Naquela mesma semana o nome parou de massacrar meu cérebro e num ensaio de quadrilha, em meio a uma multidão de pessoas desconhecidas, havia UM André!!!

Ai...meu coração dispara de lembrar os acontecimentos! rss

Bom, nem preciso dizer que se antes minha vontade de participar daquela quadrilha era titubeante, agora virara real desejo! kkk
Passei a semana ansiosa, aguardando chegar a noite de sábado para o meu segundo ensaio, mas ainda neste sábado a Rose dançou com um par improvisado, pois o André não foi!

E no domingo também não!
Só me restava esperar o ensaio do próximo sábado e rezar para ele aparecer e poder matar a minha curiosidade! rss
Na verdade era mais, muito mais do que curiosidade, mas também não sei explicar que tipo de sentimento era!
Seria, então, o terceiro sábado de maio e no seguinte já teríamos a primeira apresentação!

Nada havia a fazer além de esperar resignadamente!
Eu nunca tinha desejado tanto ensaiar quadrilha como naquela ocasião, nem quando era criança!

bjs e até o próximo tempinho!