sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Eu, a depressão e o pânico! Um alerta!

Puxa, este meu espaço anda tão abandonado! Fico triste, mas não tenho sentido motivação para escrever!
Na verdade, para mim, escrever neste blog não faz muito sentido mais. O objetivo dele era divulgar informações sobre adoção, textos e desabafos com intuito de dirimir o preconceito em relação ao filho e à família adotiva e mostrar com a minha vivência familiar que para ser pai, mãe, filhos não é necessário ter o mesmo sangue, mas sim ter muito amor, muito desejo de ser verdadeiramente uma família independente da origem dos seus membros.

O que isso tem a ver com o título do post? Absolutamente nada! É que estou pensando no que fazer em relação ao blog e às coisas que quero escrever. 

Então vamos ao que interessa!
imagem retirada do Google

Em dezembro postei que adoeci de depressão. É gente: depressão é uma doença. Uma doença que te faz sofrer, que tira o brilho da vida dos teus olhos, que faz tudo à sua volta perder o sentido!
Quem nunca teve não entende. Pode achar que é falta de fé, que é falta de vontade, que é pessimismo exacerbado, que é isso ou aquilo...
Eu, por muito tempo, achava que era falta de auto-controle e de vontade.
Eu venho de uma família onde todas as mulheres sofrem de depressão. Minha mãe e minhas tias tratam há anos, porém eu nunca aceitei essa doença para mim. Sempre que passava mais de uma semana em estado depressivo eu já chacoalhava a saia, dava 3 pulos e falava: sai que esse corpo não te pertence!
Todos passamos por momentos depressivos na vida. São momentos, passam rápido. Uma tristeza um pouco mais persistente por algo que afetou demais é normal. O que não é normal é este estado se prolongar por muito tempo.
Desde o início do ano passado eu não andava bem. Desânimo, cansaço, dores no corpo. Eu dormia e não descansava. Acordava como se não tivesse dormido nada. A coisa foi se arrastando e eu achando que era o colchão velho, que era o calor, que era o peso porque estou obesa acima do peso. Aí comecei a me sentir doente. Eu não sabia o que eu tinha, mas eu tinha a sensação de estar doente, mesmo. Cheguei a falar aqui várias vezes isso, mas só fui me dar conta que estava com depressão quando comecei a protelar para tomar banho, passei a não ligar mais para meu problema de hirsutismo e passei a sair barbada, sempre de rabo de cavalo porque meu cabelo passou a ficar mais tempo ensebado uma vez que eu tomava banho cada dia mais tarde e fui adentrando na madrugada. Só me dei conta um dia que minha doença era depressão quando comecei a não desejar sair da cama.
É...eu passei dias chorando para sair da cama. Queria ficar lá, deitada, com o quarto fechado. Queria que me esquecessem, que esquecessem que eu existia. Depois de uma semana inteira nessa situação, um dia levantei e...eureca: percebi que estava com depressão e que precisava de tratamento.
Olha, não é fácil admitir que se está doente, ainda mais de uma doença que ninguém entende, mas como não sou de muito mimimi corri atrás.
O que me fazia levantar da cama? Meus filhos! Especialmente a Taís que ainda é muito dependente de mim.
Bem, fui atrás, briguei na ouvidoria do convênio, consegui o médico, estou em tratamento ainda em fase de ajuste da medicação.
Tem dias que estou bem, outros nem tanto. Tem dias que ainda choro bastante e o que mais me angustia é que não vejo motivos para estar assim. Não encontro motivos por mais que eu tente, mas tbm não consigo sair disso como sempre saí, só chacoalhando a saia e me colocando em sintonia com o bom humor.
E em dezembro quando tudo parecia quase bom, o remédio fazendo efeito, eu já me sentindo com humor e sem pensamentos de que nada mais vale à pena, eis que um dia comecei a sentir formigação no rosto enquanto trabalhava com as fotos. Estava anoitecendo, era sábado, a Tamiris fez pão de queijo, lanchamos e em seguida comecei a sentir o coração pulsando rapidamente. Uma palpitação incômoda. Trabalhei até 23 horas e depois fiquei no facebook até quase 2 da madrugada esperando a bendita palpitação passar. Como ela não passou e eu estava cansadérrima, resolvi dormir. Fiz minhas orações, deitei e por volta das 3 da madrugada acordei com o coração tão acelerado que parecia que ia sair pela boca, formigamento no braço, náuseas, falta de ar e aperto no peito. Definitivamente eu estava infartando! Andei pela casa, tomei água e a sensação horrível que a qualquer momento eu ia desmaiar só aumentava. Liguei no 192 e fui resgatada pelo SAMU. Levada ao hospital, fiz eletrocardiograma, aferiram pressão arterial. Tudo normal. Aí, acompanhando a enfermeira rumo à sala do médico, exames sobre a mesa, vem o diagnóstico:
- Dona Cláudia, a senhora não está infatando. Aliás, a senhora nem está com a pressão alta. Não tem nada físico. Glicemia normal, tudo normal!
- o que é isso, então, doutor?
- um ataque de pânico!
Mas como assim? Ataque de pânico? Porquê? De quê? Como? O que desencadeou? Como acontece?
O dia tinha sido tranquilo, estava tudo bem. De onde veio isso? O médico não sabia dizer. Eu olhava para ele espantada, assustada, apavorada e ele olhava para mim com pena!
- E agora? O que eu faço?
- Converse com seu psiquiatra! 
E fim! Tomei uma medicação no soro que me fez dormir 3 dias e não tive mais nada depois.
Quer dizer, não tive mais nada até há alguns dias!
Voltei a sentir o formigamento no rosto, mas nada que um exercício de respiração e um copo de água gelada não resolvesse. Assim eu estava controlando. Ah, e o pensamento: isso não é nada! Isso não é nada! Você não tem nada!

E aí? Deu certo? Não!
Agora estou com pânico de dirigir. Quarta-feira fiquei presa no congestionamento e senti os sintomas todos da outra vez, só que desta vez a dor era na nuca. Derrame? Pressão alta? Que nada! Só queria sair daquele congestionamento!
Filha demora para sair, fico dentro do carro esperando e....lá vêm os sintomas! Quero colocar o carro logo em movimento e voltar para casa! 
Existe alguma ameaça? Não! O que pode acontecer na hora da saída da escola? Nada! Então por quê?
Eu não sei! Não sei e não entendo!

Ontem passei muito mal o dia inteiro. Controlei, controlei e fiquei com medo de perder o controle em algum momento. Só queria dormir e esquecer que o dia existiu, mas a noite chegou e não foi fácil conciliar o sono!
Agora fui pesquisar no Google sobre o pânico! Diz que é um ataque de ansiedade, mas eu não me reconheço como uma pessoa ansiosa. Tá...da primeira vez eu não estava ansiosa, porém os sites onde li a respeito falam sobre a ansiedade e o medo de um novo ataque. Quanto mais se espera por ele, mais frequentemente ele vem! Deve ser isso, então! Estou simplesmente com pavor de que aconteça comigo na rua com as crianças, no carro, no trânsito ou na porta da escola.

Porque estou falando tudo isso? Estou com pena de mim? Absolutamente! 
Estou com medo de ter essa depressão para todo o sempre, amém! Estou com medo de ter esses ataques e me ver limitada a ficar dentro de casa. Estou com medo de muita coisa e estou tentando entender isso tudo!
Postei isso hoje porque sei que existe muito preconceito em relação tanto à depressão, quanto ao pânico. As pessoas adoecem e não admitem porque têm  medo do que familiares, amigos e conhecidos vão pensar ou dizer.
Esta postagem é um alerta. Aos primeiros sintomas busque ajuda, não tenha vergonha nem medo!
Se ninguém à sua volta entende, compreende, não fale nada. Apenas busque ajuda!

Ainda estou fragilizada, ainda estou engatinhando no tratamento e embora eu tenha medo de ficar assim e não sarar mais, embora eu tenha medo de enlouquecer e não terminar de criar meus filhos eu sei que isso tudo tem cura e tempo para acabar!
É possível que só o remédio não dê jeito. É muito provável que eu vá para a terapia...aliás já estou pensando em buscar esse apoio também, assim como o dos florais. Vou correr atrás e não vou descansar enquanto eu não tomar posse de mim novamente e não voltar a ser eu não apenas em alguns momentos, mas   sim em todos os momentos dos meus dias e da minha vida!

Tá sentindo tudo isso? Então corra atrás de você mesma! Vai buscar ajuda! Depois volta para a gente conversar!

Como diz a Ana Maria Braga: 'acoooorda menina!

Vamos acordar, vamos melhorar, vamos viver a vida de forma plena, como se não houvesse amanhã!
Assim como na imagem o tempo pode estar fechado, escuro, mas sempre há uma fresta para o sol e a luz entrarem.
Vamos fazer brilhar nossa luz novamente!

Beijos!

Cláudia

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Só quem é humano sabe a dor daquelas famílias!

Exatamente! Só quem é verdadeiramente humano sabe a dor que todas aquelas famílias de Santa Maria estão sentindo desde ontem!
E eu falo humano no sentido de humanidade, mesmo, porque ser da espécie humana não faz de os todos seres da espécie seres humanos de verdade, haja vista que tem gente se lamentando que a tragédia não ocorreu num baile funk,entre outras declarações que não valem nem à pena serem declinadas como exemplo!
Tenho visto nas redes sociais frases dizendo que só mães sabem a dor daquelas mães. Eu discordo em gênero, número e grau! Para que se saiba o que é a dor de perder um filho é preciso, necessariamente, ter perdido um!
Eu sou mãe e nem consigo imaginar a dimensão da dor destas mães porque meus filhos estão todos aqui comigo. Eu faço ideia da dor, eu imagino o que elas estão sentindo até porque seus filhos saíram de casa para se divertirem, deram tchau rapidamente e saíram lindos e felizes, porém eu não sei o que é essa dor em toda a sua extensão. Creio que todas as mães que nunca perderam um filho podem fazer ideia, assim como eu, mas elas também não sabem a dor que é verdadeiramente perder-se um filho!
Eu sei o que é a dor de perder uma avó!
Eu sei a dor que é perder um amigo!
Eu sei a dor que é perder uma irmã!
Eu sei a dor que é perder tios e primas!
Eu sei a dor que é perder uma sogra. Sim...doeu demais porque a minha sogra era muito querida por mim!
Eu sei o quanto dói uma amiga perder um filho. Eu já passei noites chorando e orando por filhos de amigas que adoeceram gravemente. Eu chorei e orei de felicidade com a notícia da cura de alguns. Chorei de dor com a morte de outros, mas por mais que me doesse eu não poderia dizer que sendo mãe eu saberia a dor daquela mãe, minha amiga, que enterrou seu filho.
Eu não sei a dor que é perder um pai, uma mãe, o marido ou um filho! Posso até imaginar, mas não sei!
Eu sou humana e como humana sei a dor que toda aquela cidade está sentindo. Como humana, sim, eu posso me colocar no lugar daquelas famílias, daqueles amigos, daquelas professoras e posso sentir uma dor profunda que chega a doer tanto que as lágrimas se tornam inevitáveis!
Eu posso me solidarizar como mãe por ser mãe, porém eu sou irmã, sou tia, sou sobrinha, sou filha, sou neta, sou amiga, sou esposa, sou prima, fui professora.
Dizer que só quem é mãe sabe o que é essa dor seria menosprezar ou diminuir demais a dor dos pais, dos avós, dos tios, dos irmãos, dos sobrinhos, dos padrinhos, dos primos, dos namorados, dos professores, dos amigos que sobreviveram ou que nem foram ao show, dos esposos e esposas, dos filhos. É reduzir a dor de todos eles a nada,  afinal de contas lá as perdas não foram só das mães!
As perdas foram de seres humanos, por isso sentimos como humanos, isso os que são humanos no amplo sentido da palavra! Só podemos saber a dor que é perder filho, mãe, pai, irmão, tios, primos, amigos (...) se os perdemos de verdade. Senão o nosso saber é apenas uma suposição ou uma ideia pálida da realidade!

É isso! Hoje sinto como ser humano sou solidária a todos os parentes. De alguns eu até sei a dor que estão sentindo, de outros eu só imagino!

Meus mais profundos sentimentos a todas as famílias!
Meu pedido em oração a Deus para que conforte todos os corações que hoje sofrem pela perda daqueles jovens e que os receba em Seus braços amorosamente!

Cláudia

domingo, 30 de dezembro de 2012

E o Natal se foi...

Imagem retirada do Google
O Natal passou. O ano passou. Estamos há 2 dias do novo ano.
Este ano não consegui fazer análise de como foi o meu ano. Sabe aquele balanço? É...eu não fiz.
Vim aqui mostrar para o André como é que se faz para compartilhar uma postagem do blog no face e me dei conta que o blog está abandonado. Resolvi então tentar escrever algo...


Rapidamente pensando, no geral o ano até que não foi ruim.
Meus filhos maiores tiveram saúde na maior parte do tempo, passaram de ano sem recuperação e tiveram lá seus momentos de adolescentes.
A Taís teve poucos episódios de refluxo, poucas idas a hospital, nenhuma crise grave de bronquite.
A obra da casa foi até onde deu...
O Natal foi bom, em harmonia.

Enfim, o ano poderia ser considerado quase perfeito, porém eu que sempre fui uma pessoa que vê em meio copo de água um copo meio cheio tive uns tropeços. Passei uma fase ruim. Em algum momento eu me perdi de mim mesma e esse otimismo, a fé na vida, nas pessoas, tudo ficou afetado.
De repente nada mais fazia sentido, nada mais valia à pena e eu comecei a me ver inadequada em todos os lugares. Eu não estava cabendo em mim mesma, logo não cabia em lugar nenhum e quando a situação piorou e as lágrimas passaram a ser minhas companheiras de todas as horas do dia eu me reconheci doente!
É...este ano eu adoeci! Eu perdi o ânimo, perdi o gosto, perdi muito da minha essência.
Eu estou com depressão!
Estou medicada, estou fazendo acompanhamento com psiquiatra e estou um pouco melhor. Consigo ter momentos de alegria, consigo achar graça em algumas coisas, já consigo estar mais leve em alguns momentos, mas ainda estou oscilando bastante.

Confesso que não foi difícil identificar a depressão! Foi muito mais difícil conseguir o atendimento médico. Precisei buscar a ouvidoria do convênio, que felizmente foi eficaz neste sentido.
Está sendo muito difícil lidar comigo mesma, lidar com esse novo 'eu' cinza e pessimista.
Está sendo muito mais difícil porque eu olho à minha volta e não vejo motivo para estar assim. Tecnicamente falando minha vida está muito boa, apesar das dificuldades que são inerentes à vida de qualquer pessoa!
E quanto menos motivo eu vejo para estar assim, pior eu fico!

Meu desejo para 2013 é que eu consiga sair disso e consiga me reencontrar numa dessas curvas da vida por onde me perdi! Que eu volte a ver e a sentir o brilho e a luz da vida, que eu volte a crer que todo meu esforço pela família vale, sim, á pena!

Desejo a todos que por aqui passaram um 2013 de paz e de bênçãos! Que seja um ano de trabalho, de realizações e, acima de tudo, de superações!

Que venha 2013 com novos ares e com novas esperanças!

Grande beijo a todos e até o próximo ano!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Prêmio para o blog!


Bom dia pessoas queridas!
Este final de semana recebi uma agradável surpresa: um prêmio para o blog! Chama-se Prêmio Dardos e vem em forma de selinho!

Vejam que lindo!



HISTÓRIA DO SELO

O PRÊMIO DARDOS FOI CRIADO PELO ESCRITOR ESPANHOL ALBERTO ZAMBADEQUE EM 2008. CONCEDEU NO SEU BLOG: LEYENDAS DE EL PEQUENO DARDO, O PRIMEIRO PRÊMIO DARDO A QUINZE BLOGS SELECIONADOS POR ELE.
AO DIVULGAR O PRÊMIO, ZAMBADE SOLICITOU AOS BLOGS SELECIONADOS QUE TAMBÉM INDICASSEM OUTROS BLOGS OU SITES CONSIDERADOS MERECEDORES DO PRÊMIO, ASSIM A PREMIAÇÃO S ESPALHOU PELA INTERNET.

SEGUNDO SEU CRIADOR O PRÊMIO DARDO DESTINA-SE A RECONHECER OS VALORES DEMONSTRADOS PELOS BLOGUEIROS DIARIAMENTE DURANTE SEU EMPENHO NA TRANSMISSÃO DE VALORES CULTURAIS, ÉTICOS, LITERÁRIOS, PESSOAIS, ETC DEMONSTRANDO, EM SUMA, SUA CRIATIVIDADE POR MEIO DO SEU PENSAMENTO QUE PERMANECE INTACTO ENTRE SUAS PALAVRAS.


Recebi a indicação da querida amiga Eloa Iwamoto do blog Brasileira Sim Senhor, a quem eu indico a visita!
E como todo selinho, este também tem algumas regras que são:
1. Indicar os blogs que preencham os requisitos acima para receberem o prêmio;
2. Exibir a imagem do selo;
3. Linkar com o blog de quem recebeu a indicação;
4. Avisar os blogs escolhidos.

E os meus escolhidos são:

Tuka Siqueira, blog Katralhas
Cristiana Damaceno, blog Aprendendo a ser Mãe
Renata Palombo, blog Descobrindo a Maternagem
Claudiene Finotti, blog Força de Expressão

Carine Gimenez, blog Coisas de Carine Gimenez

Mari Hart, blog Diário de uma Mãe Polvo
Di, blog Mãe Bipolar, Filha Jacaré
Natália Toledo, blog Família Tricolor
Paula Almeida Lima, blog Pedro e Maria Clara
Super Pai, blog Diários do Papai

Como estou retomando agora as visitas aos blogs e ao meu próprio blog...rss...tem alguns bloguitos novos, outros de amigos antigos!
Espero que todos gostem!

Grande beijo,

Cláudia

sábado, 27 de outubro de 2012

Gravidez: o que acontece quando a barriga não cresce!

Imagem copiada do Facebook

Quando eu falo a palavra gravidez o que vem à mente de quem lê: uma mulher com uma barriga enorme!
Sempre relacionamos palavras a imagens, entretanto as palavras nem sempre relacionam exatamente a apenas uma imagem. A palavra 'banco', por exemplo, sem nenhuma outra referência pode remeter a um banco de jardim embaixo de uma árvore numa praça ou a um banco financeiro. A imagem vai depender do foco de quem está lendo certo? Nem sempre!

Com a palavra gravidez é assim: você lê a palavra e a imagem é de uma mulher barriguda. Não tem como fugir disso, entretanto se falarmos em esperar um filho a figura associada muda? Para a maioria das pessoas não!
Quando eu digo que estou esperando mais um filho as pessoas me perguntam de quantos meses eu estou. Se eu falo que são, aproximadamente, 48 meses as pessoas mudam de assunto. Não sei, mas acham que estou debochando, entretanto eu estou esperando outro filho há aproximadamente 48 meses mesmo!

A sociedade ainda não assimilou o sentido de esperar um filho, de estar grávida do coração. Por conta disso podemos esperar nossos filhos por 3, 4, 5, 10 anos e quando eles chegam é como se tivessem aparecido por encanto, assim 'do nada'.

Vamos fazer uma analogia: gravidez biológica x gravidez do coração.
Na gravidez biológica a barriga cresce e, via de regra, dura 9 meses ou 42 semanas! Todo mundo participa, compartilha da felicidade da futura mãe, ansia pelo momento de ver a carinha do bebê, sonha com o momento de poder visitar, planeja presentes e tal. Essa é a parte social: amigos, parentes, colegas de trabalho, vizinhos, todos se envolvem com a barriga, todo mundo sempre tem algo positivo ou alguma recomendação para dar sobre o bebê e isso é legal, afinal de contas uma nova vida que chega é sempre motivo de festa. Como diz a famosa marca de fraldas: é um pequeno milagre que vem ao mundo!
A mulher grávida fica sensível pela mudança hormonal e também pela mudança real que terá em sua vida e família em poucos meses. Terá uma pessoa a mais em casa, uma pessoa totalmente dependente dela e ela passará a ter que zelar pela saúde e bem estar desta pessoa! A mulher grávida sente felicidade por estar grávida, mas conforme a barriga vai crescendo ela sente ansiedade, medos dos mais variados, tem sonhos sobre como será o seu bebê, que carinha vai ter. Tem fantasmas que povoam sua mente: como será quando chegar o momento? vai dar tudo certo? o médico estará disponível?, o hospital terá estrutura suficiente se o bebê tiver algum problema?, ele terá saúde?, terá todos os dedinhos? e se não chorar na hora que nascer? e se não me mostrarem e depois trocarem meu bebê? e se depois que chegar em casa eu não souber cuidar? e se eu não  conseguir amamentar? e se o leite for fraco? e se...e se...e se? Na cabeça de uma gestante, por mais que ela se cerque de todas as garantias e tenha certeza que está tudo certo passam todas essas perguntas e muitas outras mais.

Na gravidez do coração a barriga não cresce, o tempo de espera é indeterminado, praticamente ninguém participa da felicidade da futura mãe, pouquíssima gente se lembra que ali naquela família em algum momento vai haver uma criança nova para ser visitada. Colegas de trabalho, vizinhos, amigos e conhecidos: quase ninguém se envolve com a mãe na espera e mesmo assim, como diz a famosa marca de fraldas, este filho, assim como o biológico, é um pequeno milagre que vem ao mundo!
A grávida do coração  fica sensível também. Para ela não existem mudanças hormonais, mas as mudanças emocionais são tais e quais as da grávida biológica:  ela sabe que terá uma pessoa a mais em casa, uma pessoa totalmente dependente dela e ela passará a ter que zelar pela saúde e bem estar desta pessoa! A mulher grávida do coração sente felicidade por estar esperando um filho, e mesmo sem barriga crescendo ela sente ansiedade e medos dos mais variados, tem sonhos sobre como será o seu filho que pode não ser um bebê, tenta imaginar que carinha vai ter. Tem fantasmas que povoam sua mente, também: como será quando chegar o momento? vai dar tudo certo? o fórum ai demorar para ligar?, o abrigo estará cuidando bem da criança?, será perfeitinho? e se não gostar de mim?, e se depois que chegar em casa eu não souber cuidar? e se eu não  conseguir alimentar? e se...e se...e se? Na cabeça de uma grávida do coração, por mais que ela se cerque de todas as garantias e tenha certeza que está tudo certo passam todas essas perguntas e muitas outras mais. 

É possível perceber que existe uma diferença fisiológica grande entre a grávida biológica e a grávida do coração, entretanto na parte emocional não é muito diferente, salvo algumas peculiaridades inerentes a um estado e a outro.
Mesmo para se engravidar, seja biologicamente, seja do coração existem alguns caminhos muitos semelhantes:
- grávida biológica antes planeja o filho, para com o contraceptivo, engravida e espera.
- grávida do coração antes planeja o filho, preenche um monte de papéis, entrega no fórum e passa por processo de avaliação (fase de parar os contraceptivos e engravidar!), se habilita (engravida!) e espera.

Se por um lado na parte emocional não existe muita diferença, na parte social existe um abismo!
Uma grávida do coração não ganha um filho 'do nada'! Ela faz uma espécie de pré-natal no fórum que não é para garantir a saúde da criança e um bom parto, mas sim para terem a certeza de que ela tem saúde física e mental para ter a criança. Ela passa por uma espera tão angustiante quanto a da grávida biológica entretanto a espera dela tem prazo para começar e não tem prazo para terminar.
A grávida do coração não recebe paparicos, salvo excessões não ganha mimos para o filho e não tem muito direito de falar sobre suas ansiedades sob pena de ser taxada de obsessiva e só falar nesse assunto. Isso na melhor das hipóteses, porque se para a grávida biológica todo munto tem algo positivo para falar sobre o filho vindouro, para a grávida do coração boa parte dos conselhos são temerários!
A grávida biológica pode reduzir seu grau de ansiedade descobrindo o sexo do bebê para fazer o enxoval e o quarto, a grávida do coração sequer pode fazer enxoval a menos que tenha um perfil muito restrito, o que aumenta muito sua ansiedade.

Com essa analogia quero orientar o seguinte:
1. quando souber que uma pessoa está esperando para adotar, lembre-se que a barriga não está crescendo, mas esta pessoa está grávida emocionalmente tanto quanto uma que carrega o filho na barriga;
2. O filho recém-chegado de uma mãe do coração não surgiu 'do nada'! Ela possivelmente esperou muito mais tempo do que uma gravidez biológica regulamentar;
3. Toda grávida precisa de atenção com relação à sua espera e com a grávida do coração não é diferente.
4. A grávida do coração não é obsessiva, ela tem um grau de ansiedade um pouco maior porque sua espera é um pouco maior também;
5. Quando uma pessoa opta pela adoção ela está envolvida com a chegada de um filho e é crueldade com o seu emocional discursos preconceituosos sobre a origem da criança e seu possível futuro tenebroso. Ninguém cogita com uma grávida biológica que o filho dela pode vir a ser um marginal, um bandido, que possa matar toda a família num acesso de revolta ou de ingratidão e ninguém tem garantias que isso não vá acontecer com um biológico, nem tampouco que vá acontecer com um adotivo!
Imagem tirada do Facebook

Eu tive 3 filhos por adoção e me senti muito, mas muito sozinha durante a espera. Não pretendo entrar em detalhes a respeito, até porque a analogia por si já diz tudo, entretanto quero deixar aqui um depoimento:

Nesta última espera vivi uma grande emoção há alguns dias: uma pessoa muito querida fez um presente para minha filha que ainda é projeto.
Saber que ela fez o mimo especialmente para minha filha e que me entregou assim, sem ter um motivo como chá de bebê ou a chegada dela foi uma sensação indescritível. Já tem um tempinho e ainda me emociono com o carinho!  Vem à minha mente como esse ditado é verdadeiro: quem beija meu filho minha boca adoça.
Esta pessoa já é alguém por quem eu nutro carinho muito especial e tanto o mimo como ver os olhos dela brilhando quando falou de sua ansiedade pela chegada da minha filha certamente fez com que esse carinho especial se multiplicasse muito mais.
Um gesto que para mim significou muito e que de certa forma amenizou todas as tristezas, mágoas e lágrimas de todas as vezes que me senti sozinha na espera pelos outros filhos!
Saber que tem alguém que sonha comigo a chegada dessa criança foi algo muito bom de experimentar!

Mimo para Letícia!

Cláudia

sábado, 20 de outubro de 2012

Era uma vez...

Uma formiguinha carregando um milho de pipoca...


Eu estava observando...

A Laica veio observar também...

E depois de observar ela queria que eu parasse de olhar para a formiguinha e que olhasse para ela...

Tudo bem então, mas levanta a patinha para não amassar a formiguinha!

Uma pose para a mamãe tirar uma fotinho!

E um carinho para encerrar a historinha!


Beijos!

sábado, 13 de outubro de 2012

Dia das Crianças!

A cada ano o consumismo aumenta absurdamente! Quinze dias antes do Dia das Crianças as lojas já ficam entupidas de mães e crianças, todos perdidos em meio a tantas novidades, tantos lançamentos!
Brinquedos que as crianças sequer brincam, seja porque perdem o encanto logo depois que ganham, seja porque os brinquedos modernos praticamente brincam sozinhos!
Este ano, indo na contramão de todo esse consumismo, decidi fazer uma festa com reciclados e a intenção era que no decorrer dos preparativos, que meus filhos participassem da confecção dos brinquedos que seriam utilizados como enfeites da festa.
E assim foi:
Taís pintando as centopeias:


E feliz com o resultado:

Também fizemos vasinhos de caixa de leite para as flores de jujubinha...
Pinguins de garrafas pet...
Latas pintadas...
E os bonequinhos de bexiga e farinha: o único que não foi reciclagem...
Também fizemos cupcakes bem coloridos por dentro e por fora...


E a mesa ficou assim, com a participação do bolo salgado com carinha feliz da tia Monica e a torta da tia Graciela que não aparece na foto..

Fizemos um canto de criatividade e as crianças soltaram a imaginação pintando com guache e pincel...
Primeiro na parede



Depois foram para o chão...

E depois...bem...depois o papel não era o suficiente...



E as criações ficaram assim:


O que me surpreendeu foi que tirando os pés pintados da Taís e as mãozinhas que eles melecaram para carimbar o papel, eles não se sujaram! Ninguém precisou trocar de roupa!
E ao final da festa, cada um levou um kit assim:


Os meninos pré-adolescentes ganharam uma lata pintada com as cores do time preferido e um bichinho de bexiga, porque esse foi unanimidade: todo mundo gosta, até adulto! kkk
E justiça seja feita: a lata vermelha e preta não é Flamengo. Deveria ser São Paulo, mas esqueci  de mesclar com branco, problema que será facilmente resolvido com um lindo adesivo do time!


As latas e as caixinhas estavam recheadas com bala mole, porque afinal de contas Dia das Crianças pede docinhos, neah? rss
No final do dia, depois do banho, Taís ganhou um presentinho, uma pequena lembrança: uma lata customizada com lápis de cor, adesivos, apontador, tesourinha, uma lapiseira colorida e um caderninho de desenho. Coisas baratinhas para complementar o objetivo da festa: brincar e usar a criatividade!




Foi divertido preparar a festa e foi muito bom ver como as crianças se divertiram com tinta, bexigas e um pouco de espaço!
Foi muito bom poder proporcionar felicidade e liberdade com pouco gasto, fora do apelo consumista!

Os brinquedos de loja, bem...estes a gente deixa ao encargo (ainda!) do Papai Noel! Ho, ho, ho...

Vale ressaltar que meus filhos ajudaram em todo o processo de confecção, entretanto boa parte da ajuda não foi fotografada porque ou eu estava lambuzada de tinta, ou eu estava lambuzada de chantilly ou brigadeiro do recheio dos bolinhos. rss
Como os grandes não deixam mais tirar fotos, principalmente se minha intenção for postar aqui ou em qualquer rede social, fica a Taís como minha modelo enquanto ela permitir ser fotografada e enquanto ela gostar de ver as fotos postadas! ;)

Beijos!

Cláudia

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Cheias de Charme x Guerra dos Sexos!

Imagens retiradas do Google
Que relação tem estas duas novelas além do fato de que Guerra dos Sexos substituiu Cheias de Charme?
Ambas abordam o tema adoção!

Cheias de Charme deu um banho de lisura e responsabilidade neste sentido! Desde o princípio quando Rosálio relembrava de sua vida no abrigo e as visitas do seu 'papito' antes que ele se tornasse seu pai o tema sempre foi tratado de forma natural! Ela lembrava alguma coisa, ele lembrava outra, ambos se emocionavam com o dia em que o pai se encantou pela filha!
Em momento algum de toda a trama houve sequer um comentário que adjetivasse Rosálio como filha adotiva ou o 'papito' como pai adotivo.
Foi perfeito! É assim que deve ser! É assim que se deve tratar o assunto porque filho é filho e pais são pais, não importa a forma como a filiação se efetive!
É esta naturalidade que precisamos para que a adoção deixe de ser um mito ou que pare de ser vista com preconceito, ou ainda que seja vista com algo sublime! Adoção é uma forma de filiação, assim como inseminação, fertilização e em nenhuma delas cabe adjetivação nem a filhos, nem a pais.
Só posso dizer que Cheias de Charme foi nota 1000 neste sentido do início ao fim e ainda fechou com chave de ouro com outra adoção tardia e interracial efetivada por casal homoafetivo!
É isso mesmo que queremos ver: o respeito à diversidade, o respeito ao direito de ser feliz, o respeito à filiação sem adjetivação!

Guerra dos Sexos começou ontem e já no primeiro capítulo o que vimos na sucessão de uma novela tão brilhante no concernente ao tema adoção? Um show de horrores! O filho que foi adjetivado o capítulo inteiro por sua condição de filiação! "Ele é meu filho, adotivo, mas meu filho', 'ele é filho dela, mas é adotado', 'você é meu filho, adotivo, mas meu filho', coisas do gênero foram citadas praticamente todo o tempo para referirem o personagem de Edson Celulari como filho da personagem de Irene Ravache!

Traçando um paralelo, Cheias de Charme é uma obra atual, assim como é atual a necessidade de se acabar com o preconceito contra o instituito da adoção e contra os pais, filhos e família adotivas, já Guerra dos Sexos é uma obra escrita originalmente há quase 30 anos, época em que era natural se adjetivar um filho que se tornou filho através da adoção. Adjetivava-se pais e filhos e isso era natural até mesmo dentro da família, haja vista a conduta da personagem que é a mãe na trama, no entanto a obra Guerra dos Sexos foi adaptada aos tempos modernos, porque se embora naquela época fosse normal existir essa adjetivação em relação aos filhos/pais/familias adotivos é certo que não existia naquela época toda a parafernalha tecnológica que existe hoje!
Ora, se foi possível adaptar o enredo para os tempos modernos em outros sentidos, porque ainda se utilizam deste excesso de adjetivações já no primeiro capítulo para dizer que fulano é filho de ciclana?
Não seria justo se modernizasse isso também e se trouxesse para os tempos atuais a nova cultura da adoção?
Modernizar o contexto da novela não mexe com a liberdade de expressão do autor uma vez que outros aspectos foram modernizados para que melhor se adaptasse aos tempos atuais!
Por conta disso hoje fiz dois manifestos à Rede Globo: um de elogio e um de crítica/sugestão!
Elogiei todo o contexto de Cheias de Charme e a forma respeitosa com que tratou o tema.
Critiquei a forma desrespeitosa e desnecessária com que foi tratado o mesmo tema na substituta Guerra dos Sexos com sugestão de que modernizem este ponto da trama, assim como modernizaram outros.

Quem desejar manifestar-se junto à rede Globo tanto para elogiar Cheias de Charme quanto para solicitar mudanças na visão do instituto da adoção em Guerra dos Sexos o site é este:

Fale com a Globo

É preciso que se critique e solicite adequações, entretanto é necessário que se elogie o que foi bom também!

Grande beijo,

Cláudia

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Alícia precisa de sanguinho! ATUALIZANDO

Amigos, além de um doador de medula que seja compatível, neste momento a Alícia está precisando de sangue.
Ela faz transfusões de tempos em tempos e vai ficando cada vez mais difícil conseguir doadores.
Pedimos então que quem mora em SÃO PAULO e se disponha, que doe sangue para:

ALÍCIA ALTISENT SANT'ANA

Ela encontra-se internada no hospital São Luis no Morumbi, mas as doações podem ser feitas em QUALQUER BANCO DE SANGUE da cidade. Basta dizer que é para ela.
Para este tipo de doação não precisa ter o tipo sanguíneo. É para reposição de estoque, então todos os tipos de sangue são aceitos!

E mais uma vez eu digo: não custa nada para quem doa, mas faz uma diferença muito grande na vida de quem recebe!



A Rita Célia veio trazer melhores informações sobre os locais que aceitam doações para a Alícia. Segue abaixo:

Claudia, os hospitais que podem aceitar as doações em nome de Alicia são ...


1) Hospital A. C. Camargo (Hospital do cancer), na Rua Prof. Antonio Prudente, 211 na Vergueiro, 


2) Hospital doCcoração, na Rua Abilio Soares, 176, no Paraiso, 


3) Hospital Prof. Edmundo Vasconcelos (antiga Gastroclinica) 
Rua Borges Lagoa, 1400.
Na doação indicar o nome de Alicia Altisent Santana e dizer que esta internada Hospital Sao Luiz unidade Morumbi

Obrigada a todos,
Rita celia



Por favor atualizem!

Deus abençoe quem puder ajudar!

Beijos,

Cláudia

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vamos ajudar a Alícia?

Esta é a Alícia! Uma doce princesinha risonha.


A mãe da Alícia é uma amiga, das primeiras que tive quando entrei no mundo virtual e que por estas coisas do destino, me perdi por anos. Há duas semanas a reencontrei através do Facebook. Quando nos perdemos a Rita Célia, mamãe desta gatinha linda, só tinha um filhinho lindo também: o Angelo, hoje já quase um rapazinho!
A internet é assim: nos apresenta pessoas, nos perde delas e em alguns momentos nos reaproxima novamente. Este o nosso caso - meu e de Rita Célia!
Quando a reencontrei fiquei imensamente feliz. Puxa, tantos anos! Queria ver fotos do Angelo, ver como ele está porque me lembro dele bebezico e aí me deparo com essa gostosura e descubro que Angelo agora tem uma irmãzinha: Alícia!
E é por Alícia que venho fazer esta postagem. Alícia precisa de ajuda e todos nós podemos tentar ajudar! Quer saber como? Então veja:

Esta é a Alícia, ela está com 2 aninhos. Em abril ela foi diagnosticada com Mielodisplasia,
que é uma disfunção da medula óssea. Com isto ela precisa fazer um transplante.
Infelizmente não houve doadores compatíveis em sua familia.

A chance de se encontrar um doador de medula fora da familia é de 1 para 100.000 !
Por este motivo estamos realizando uma campanha para conscientizar as pessoas da
importância desta doação, pois quanto mais voluntários se cadastrarem no Banco Nacional,
maiores serão as chances de salvar a vida da Alícia e de várias outras
crianças que estão na mesma situação.

Para se tornar um doador, basta comparecer ao hemocentro de sua cidade munido
de seu documento de identidade, ter entre 18 a 55 anos, gozar de boa saúde e manifestar
desejo de ser um doador de medula.

Será coletada uma amostra de 5 ml de seu sangue para
a realização do exame de HLA (histocompatibilidade).

Núcleo Regional de Divinópolis
Rua José Gabriel Medef, 221
Bairro: Padre Libério
Referência: em frente ao Hospital Santa Mônica
Segunda a sexta-feira - das 07:30 às 13:30
Para contato e agendamento de doação
(37) 3216-6514

Viu só? É simples! Basta ir a um hemocentro e tirar um pouco de sangue!
Quer mais informações? Nós temos algumas para sanar algumas dúvidas:
Resposta: Não. O doador pode ter o tipo sanguíneo A+ e o paciente ter tipo 

sanguíneo O-. O que importa na doação de medula óssea é a Característica 

Genética!




Informação SALVA VIDAS!Saiba como ser um Doador de Medula Óssea, pelo link: http://www.ligadamedulaosseaudi.blogspot.com.br/p/o-que-e-medula-ossea.html

Dúvidas: ligadamedulaosseaudi@gmail.com

Amigos, só faço campanha quando eu conheço e sei que o caso é verídico. Conforme falei a mãe da Alícia é uma amiga de muitos anos que reencontrei há poucas semanas.
Estou com a Rita Célia nesta caminhada à busca de doadores, pois para nós não significa quase nada e para a Alícia e para milhares de crianças, adolescentes e adultos que estão na fila do transplante esta atitude pode valer uma vida inteira de sorrisos e felicidades!
Estou com a Rita Célia porque sou mãe e sei que quem é mãe e pai sabe dimensionar quanto vale a vida de um filho!



Por favor, compartilhem esta postagem para os amigos. Esta também é uma forma de ajudar!

Beijos,

Cláudia