sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Para Praticar! (Recebido por e-mail)

Descrição: pense bem
Para praticar



1. Caminhe de 10 a 30 minutos todos os dias e sorria enquanto caminha.

2.          Ore na intimidade com Deus pelo menos 10 minutos por dia, em segredo, se for necessário.

3.          Escute boa música todos os dias. A música é um autêntico alimento para o espírito.
4.          Ao se levantar de manhã, fale "Deus, meu Pai, Te agradeço por este novo dia".

5. Viva com os 3 "E": Energia, Entusiasmo e Empatia.

6. Participe de mais brincadeiras do que no ano passado.
7. Sorria mais vezes do que o ano passado.

8.          Olhe para o céu pelo menos uma vez por dia e sinta a majestade do mundo que rodeia você.

9. Sonhe mais, estando acordado.
10.       Coma mais alimentos que crescem nas árvores e nas plantas, e menos alimentos industrializados.

11.      Coma nozes e frutas silvestres. Tome chá verde, muita água e um cálice de vinho ao dia. Cuide de brindar sempre por alguma das muitas coisas belas que existem em sua vida e, se possível, faça em companhia de quem você ama.

12.      Faça rir pelo menos 3 pessoas por dia.
13.       Elimine a desordem de sua casa, seu carro e seu escritório. Deixe que uma nova energia flua em sua vida.

14.      Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos ou coisas fora de seu controle. Melhor investir sua energia no positivo do presente.

15.      Tome nota: a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições passageiras, o que você aprende com eles é o que fica.
16.       Tome o café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um mendigo.

17. Sorria mais.

18.      Não deixe passar a oportunidade de abraçar quem você ama. Um abraço!
19.       A vida é muito curta para você desperdiçar o tempo odiando alguém.

20.      Não se leve tão a sério. Ninguém faz isto.

21.      Não precisa ganhar cada discussão. Aceite a perda e aprenda com o outro.
22.       Fique em paz com o seu passado para não estragar o seu presente.

23.      Não compare sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.

24.      Ninguém está tomando conta da sua felicidade a não ser você mesmo.
25.       Lembre que você não tem o controle dos acontecimentos, mas sim do que você faz deles.

26. Aprenda algo novo cada dia.

27.      O que os outros pensam de você não é de sua conta.
28.       Ajude sempre os outros. O que você semeia hoje, colherá amanhã.

29.      Não importa se a situação é boa ou ruim, ela mudará.


30.       Descarte qualquer coisa que não for útil, bonita ou divertida.

31.      A inveja é uma perda de tempo. Você já tem o que você precisa.

32.      O melhor está ainda por vir.
33.       Não importa como você se sente: levante, vista e participe.

34. Ame sempre com todo o seu ser.

35.      Telefone para seus parentes frequentemente e mande emails dizendo: Oi, estou com saudades de vocês!
36.       Cada noite, antes de deitar, agradeça a Deus por mais um dia vivido.


37.      Lembre que você está muito abençoado para estar estressado.
38. Desfrute da viagem da vida. Tire dela o maior proveito!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Reabrindo o blog 15 Anos!!!

Bom dia pessoas queridas,

Devido a uns problemas, eu havia bloqueado o blog dos 15 anos da Tamiris, mas agora já com clareza de pensamento e com um meio-termo encontrado, reabro o blog.

Lá eu explico mais ou menos tudo...rss

Tem o link ali do lado, mas também pode clicar AQUI

beijos e tenham um dia abençoado!

Cláudia

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Frescobol X Tênis

Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: “Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: “Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?” Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.”
Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme “O império dos sentidos”. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: “Eu te amo, eu te amo…” Barthes advertia: “Passada a primeira confissão, “eu te amo” não quer dizer mais nada.” É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: “Erótica é a alma.”
O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir… E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos…
A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá…
Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão… O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem – cresce o amor… Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…

Texto de Rubem Alves postado no blog Tecendo a Propria Vida.

Adorei a analogia deste texto! Espero que gostem também!

Tenham um início de semana abençoado!!!

Cláudia

domingo, 7 de agosto de 2011

Mãe Faz Cada Coisa...

"Mãe é aquele ser estranho, louco, capaz de heroísmos, dramas e breguices com a mesma fúria; paga mico, escreve carta para Papai Noel, se faz passar por fadinha do dente, coelho da Páscoa, cuca, pede autógrafo para artistas deploráveis assiste a programas, peças, shows horríveis, revê milhares de vezes os mesmos desenhos animados, conta as mesmas histórias centenas de vezes, vai pra Disney e A D O R A!

Mãe faz escândalo, tira satisfação com professor..."

Este maravilhoso texto é de autoria de  Hilda Lucas e foi postado no blog Katralhas.

Quer ver o texto inteiro, clique AQUI.

beijos,

Cláudia

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Adolescentes: o que é negociável e o que é inaceitável?!

Ainda sobre o assunto do post anterior.

Minha amiga Tuka falou: 'sabemos que nessa idade proibir não funciona, tem efeitos devastadores, mas é preciso no mínimo negociar'.

Tudo é negociável em se tratando de adolescentes?! Será que todo adolescente é razoável o suficiente para negociar e ceder em algumas coisas?
Negociar pressupõe que tanto os pais quanto o adolescente cedam em alguma coisa. Todas as situações envolvendo um adolescente são negociáveis?

Eu, particularmente, de tantas coisas que tenho visto, creio que não!
Primeiro porque para se chegar a negociar, os pais precisam ter estabelecido um vínculo de confiança entre eles e o adolescente. Se estes laços forem fracos a negociação não funciona!
Creio que com a maioria dos adolescentes isso seja possível e viável, mas creio também que em alguns casos não existe negociação possível, como é o caso de uma menina de 14, 15, 16 anos desejar ir embora de casa morar com o namorado, constituir um relacionamento conjugal.
Ah, sim...para negociar os pais também precisam deixar a prepotência de lado e não tentar impor que a sua decisão seja a aceita, porque aí deixa de ser negociação e passa a ser imposição.

Tá...existem excessões! Há quem saiu de casa com essa idade, trabalhou, casou, teve filhos e vive bem, deu tudo certo. Aí posso dizer que para toda regra existem excessões mas creio que via de regra não dá certo, não é aceitável uma situação como esta, principalmente quando o relacionamento é permeado de agressões e violências!
Di, amada, você é uma feliz excessão!!! Seu relacionamento não era doentio, seu marido é do bem e talvez por isso seus pais tenham agido como agiram.
Eu questiono a intervenção quando o relacionamento é doentio, permeado de muitos ciúmes que culminem em agressões físicas de parte ou de parte a parte em relacionamentos de meninas com 13, 14, 15 anos de idade.

No post anterior cheguei a questionar até onde uma jovem de 15 anos tem autonomia (ou direito) de sair de casa assim, com apoio dos pais e ouvi uma promotora falando que não existe esse 'direito', que quando um filho menor de idade sai de casa os pais têm sim autonomia de buscar esse filho com apoio da justiça e até mesmo com reforço policial se for preciso,  e que deixar esse filho menor fora de casa pode caracterizar abandono.
Nos casos de jovens que insistem em sair de casa com pouca idade os pais têm apoio da justiça para fazer valer a manutenção deste jovem em família, portanto um jovem de 15 ou 16 anos não tem essa autonomia toda, não!

Eu creio no diálogo, na negociação, mas creio também que em alguns momentos pais tem que ser pais e têm que dizer 'não'.
Dizer não é duro, é difícil, é trabalhoso,  mas muitas vezes é necessário!
Não dá para atirar pedra no telhado dos outros quando se tem telhado de vidro, entretanto têm acontecido muitas coisas com os jovens que para mim são nitidamente falta de pulso dos responsáveis!
Cabe lembrar que negociar, conversar, estabelecer confiança são atitudes que devem começar entre pais e filhos desde que os filhos são ainda crianças.
Mostrar de vez em quando que pais têm autoridade também faz parte do processo de educação e precisa acontecer desde a infância dos filhos. Não dá para deixar uma criança fazer tudo o que deseja e querer impor limites na fase da adolescência que aí não vai rolar messssmo!
Tudo tem que ser dosado: liberdade e autoridade e isso desde sempre em se tratando de educar filhos!
Educar é um processo longo trabalhoso!

Os pais devem estar atentos, acompanhar de perto a vida dos filhos, conhecer seus amigos, ver com quem andam e se amigos ou namorado(a) forem influências negativas, muita conversa, negociação e até um afastamento compulsório creio que sejam válidos em caso de resistência no sentido de fazer com que esse filho ou filha se afastem de relacionamentos doentios!
Tenho certeza absoluta que se uma das minhas filhas chegar em casa com marcas roxas e disser que apanhou de namorado, que a coisa não ficará no âmbito de 'respeitar a vontade dela para a manutenção do relacionamento'. Mulher que apanha tem baixa auto-estima e temos que fazer essa menina ver que não a merece quem não a respeita!
Vou fazer tudo que estiver ao meu alcance para que uma situação destas se acabe e se o indivíduo insistir, quem vai sair roxo daqui será ele!
Eu sempre falo para a mais velha: se seu pai não te bate não admita nunca, em hipótese alguma, que namorado ou marido te levante a mão!
Essa orientação já faz parte da educação que dou a ela e que darei à mais nova!
Também converso muito com o garoto a respeito destas questões de agressões em relacionamentos. Que ele não faça e não admita que nenhuma mulher o faça com ele! Siiim, porque tem mulheres que agridem, também!

Sempre orientei meus filhos desde pequenos, desde que entraram na escola a se afastarem de amiguinhos muito ciumentos que quisessem exclusividade de atenção. Isso creio que já seja uma espécie de treino para que eles não se envolvam com pessoas com esta característica. Estou protegida?! Eles estão livres de se envolverem com alguém extremamente ciumento(a) e monopolizador?! Claro que não, mas estão alertas e imagino que a possibilidade de chegarem a se envolver com alguém assim seja menor do que quem nunca tenha ouvido tal orientação, uma vez que para se envolverem precisarão ter certa convivência e eles fogem de gente que quer monopólio!

Sobre o título do post, para mim em se tratando de adolescentes:

* é negociável:
- namorar aos 13 ou 14 anos (porque acho que o ideal seja a partir dos 16 ou 17);
- dormir fora de casa de vez em quando;
- ir a uma festa ou baladinha e chegar um pouco mais tarde, desde que aceite que eu leve e busque e que no dia seguinte não tenha aula;
- ficar mais tempo do que o estipulado na internet de vez em quando;
- que amigos venham dormir aqui durante a semana;
- marcar um programinha tipo pizzaria ou lanchonete com os amigos durante a semana, eventualmente.

* é inaceitável:
- beber bebidas alcoólicas ou fumar sendo menor de idade, até porque em nossa casa eu e o pai não bebemos e não fumamos;
- dirigir antes de ter idade para tirar habilitação;
- ir morar com namorado ou namorada com 15, 16, 17 anos ou namorado(a) virem morar aqui; (*)
- estabelecer relacionamento doentio, permeado de agressões físicas. Isso em idade alguma para mim é admissível, mas enquanto forem menores de idade e morarem com a família, não é admissível de jeito nenhum!

(*) neste ítem ressalto que para mim seja inadmissível desejar morar junto (na casa dos pais ou sozinhos) em início de relacionamento, quando ainda  não se conheçam direito.
Se existe um namoro estável e duradouro e, de repente, por mais que se oriente surja um bebê, não vejo mal em apoiar, trazer morar junto, por exemplo, o namorado da filha, para que ambos possam terminar os estudos e construir o futuro juntos se assim desejarem.
Claro que eu prefiro que isso não aconteça com nenhum deles, que quando estiverem namorando que esperem o tempo certo das coisas, mas também não deixarei de apoiar. Só torço para que SE acontecer, que seja mais tarde do que mais cedo!

beijos,

Cláudia

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A quem cabe a responsabilidade?!

A notícia inicial era: 'Uma adolescente de 16 anos morreu ao cair de um prédio no bairro da Vila Carrão, Zona Leste SP, na madrugada deste domingo (31). De acordo com o Corpo de Bombeiros, a garota caiu do 15º andar de um edifício na Rua Lutécia por volta das 3h.(...)' fonte G1.

E eu fiquei me perguntando: o que uma garota de 16 anos fazia na casa do namorado às 3 horas da manhã?!
Depois fiquei sabendo que ela morava há 11 meses com o rapaz, que é jogador da Portuguesa e tem apenas 20 anos de idade!

Aí por mais que tente ser moderna, que esteja antenada às atualidades juvenis, que de tempos em tempos atualize até vocabulário para acompanhar o desenvolvimento da minha adolescente e do meu pré-adolescente me pergunto como uma menina de 16 anos pode ser solta para morar com o namorado assim?! Gente, 16 ANOS!!! Ela poderia sim estar namorando com ele, mas é menor, tinha que estar morando com os pais, estudando, construindo seu futuro para partilhá-lo com o namorado ou apesar dele! Ou será que apesar de tentar ser moderna sou atrasada, arcaica, estou totalmente 'por fora'???
Li em entrevistas dos pais frases como 'ele viajou para buscá-la e ela foi morar com ele. Ela saiu e não deu nem tchau', ou 'ela apareceu com manchas roxas mas pediu para não irmos à polícia', 'eles tinham um relacionamento conturbado, eu a levei de volta para casa mas ele foi buscá-la e ela acabou voltando'.
Como assim?! Uma menina de 16 anos tem essa autonomia toda?! Não vi em nenhum lugar isso, mas ela era emancipada, tinha emprego, se sustentava?!
Sim, porque se ela era emancipada, já era dona do seu nariz, mas se não era...huummm...a quem caberia a responsabilidade de conduzir sua vida? Seria a si própria?

Pelo ECA um adolescente de 15 anos não pode trabalhar. Será que uma adolescente de 15 anos tem autonomia legal perante o ECA para ir morar fora de casa e os pais apenas 'apoiarem' sua decisão?!
Eu coloco aqui 15 anos porque embora ela tivesse 16 até domingo, já fazia 11 meses que morava com o namorado, o que me faz crer que ela tinha 15 quando saiu de casa 'e não deu nem tchau'!
Gente, pelamordedeus, minha filha vai fazer 15 em janeiro e não tem a menor condição de cuidar de si própria nem morando comigo, quanto menos de cuidar de um marido e de uma casa, porque para mim o fato de sair de casa e ir ter uma vida conjugal com alguém deixa de ser namoro e passa a ser casamento, independente de assinar papel ou não!

Tenho visto em todos os jornais e programas se discutir se foi suicídio ou se ela foi jogada, que o apartamento estava revirado, tinha manchas de sangue, que eles brigaram, mas  para mim  o buraco é mais embaixo e a discussão está no rumo errado! Ela morreu: isso é fato! Caiu ou foi jogada: também é fato, entretanto estava vivendo uma vida que não lhe pertencia neste momento, vida de adulto sem preparo nenhum. Aliás, ambos estavam vivendo na mesma situação, porque hoje em dia um garoto de 20 anos não tem preparo algum para assumir mulher e casa, ainda que seja jogador, ainda que ganhe bem. Falta maturidade, falta preparo, falta tudo para jovens nesta idade assumirem um compromisso como o assumido por eles! Quem é casado ou vive junto há muitos anos, tem idade e maturidade sabe bem o quanto é difícil e complicado manter uma casa e um relacionamento, imagine para dois adolescentes!
Creio que a discussão tenha que se dar em torno do ECA, das responsabilidades das duas famílias, na questão de se delimitar qual o nível e o grau de 'apoio' que se deve dar a jovens com tão pouca idade que querem morar juntos, até onde vai a responsabilidade dos pais em liberar uma menina de 15 anos assim e ainda comprar-lhes móveis para montar a tão sonhada casa!
Não estaria havendo uma conivência exacerbada com relação a essa permissividade, com esse 'apoio' à saída de uma filha de casa tão cedo?! Não estaria sendo encarada com muita naturalidade essa questão que para mim não é nada natural?
Natural para mim é uma garota de 16 anos estar morando com os pais, cursando o segundo ano do ensino médio e construindo seu futuro com planos dentro da família. Claro que com um namorado, com passeios, com viagens, cursos extra, dentro de uma estrutura e sendo apoiada nas decisões que são plausíveis de apoio!
Creio que deva haver menos 'dedos' para abrir o assunto, trazer a reflexão à tona e mostrar a alguns pais que filhos de 15 ou 16 anos têm corpo de adulto, mas nenhum preparo para a vida, que embora tenham tamanho avantajado e tentem impor suas vontades, são menores e precisam de rédeas, de direcionamento e apoio na medida do aceitável.

De acordo com o ECA, jovens com menos de 16 anos não podem trabalhar. Será, então, que podem morar fora de casa em vida conjugal? Onde fica a responsabilidade dos pais neste caso?
Eu não posso colocar minha filha de 15 anos para trabalhar na loja da família meio período porque menor não pode trabalhar, se eu desrespeitar o ECA neste ponto posso responder a processo, posso ter uma dor de cabeça enorme com a justiça, com o Conselho Tutelar, mas posso deixar minha filha sair de casa para ter uma vida conjugal?! Eis a questão! Eis a pergunta que não quer calar desde que ouvi essa notícia infeliz e que quanto mais eu ouço depoimento dos pais, mais fico indignada! Tenho me perguntado porque alguns pais têm medo de falar 'não' para os filhos e impor sua autoridade quando necessário!

Não estou atribuindo culpa aos pais pelo ocorrido! De forma e em hipótese alguma! Estou querendo refletir a respeito de até onde vai a nossa responsabilidade de pais de filhos adolescentes, até onde devemos apoiar e até onde devemos dizer 'não, você não tem idade para isso ainda'. Até onde colocar limites é importante e necessário para, inclusive, proteger nossos adolescentes de fatos como este!

Uma outra questão: ainda que sua filha adolescente não tenha saído de casa, more com a família mas que tenha um namorado cujo relacionamento seja conturbado e cheio de brigas. Até onde 'respeitar' o direito da sua menina em preservar uma relação doente? Como você, como pai e como mãe pode ficar omisso vendo sua filha menor de idade chegar em casa roxa, ferida em brigas recorrentes com o namorado e deixar tudo como está para respeitar a vontade dela de manter o relacionamento?
É certo permitir que sua filha apanhe de namorado se vocês, como pais, não batem?
Permitir que sua filha apanhe do namorado não estará induzindo essa menina, ainda adolescente, a ser permissiva com a violência doméstica desde cedo ou não estará levando ao risco de acontecimentos como o da menina Eloá?
Se nós como pais admitimos que nossa menina apanhe do namorado, como vamos protegê-la do marido?

Creio que temos que ter visão de futuro antes que as coisas aconteçam, temos que segurar as rédeas da educação e da criação dos nossos filhos, não sermos permissivos onde devemos dizer não porque se agirmos com permissividade excessiva e der errado, não adianta depois ficar chorando e dando entrevistas querendo jogar a responsabilidade apenas do outro lado!
É certo que nem com todas as precauções estaremos protegidos de vivermos uma tragédia doméstica, mas há tragédias que são anunciadas e podeeriam ser evitadas, principalmente quando se trata de filhos menores de idade advindos de famílias estruturadas!

Que fique claro, mais uma vez, que não estou atirando pedras nos pais da menina e sim trazendo a discussão para que reflitamos todos juntos quanto à nossa responsabilidade como pais e nisso me incluo também!

Beijos

Cláudia

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A história: glaucoma x oftalmologista - Parte 1


Muito bem...hoje vou contar sobre tudo que aconteceu conosco neste último mês, mas para isso tenho que voltar 1 ano e meio no tempo!

Eu sempre ouvi dizer que toda criança precisa ser avaliada anualmente por um oftalmologista a partir dos 3 anos de idade. Isso se não houver nenhum histórico de doenças hereditárias, como no caso do glaucoma.
O que eu não sabia é que criança que nasce prematura, ou com baixo peso, ou exposta a situações de risco durante a gestação precisam ser avaliadas antes, beeem antes!

Pois bem, Tamiris e Tales foram ao oftalmologista desde os 3 aninhos e sempre deu tudo ok com ambos!
Taís nasceu com baixo peso e foi exposta a situação de riscos durante a gestação, mas eu não sabia que precisava ser avaliada antes, portanto marquei consulta para ela no ano passado, quando estava prestes a completar 3 anos.
Ela fez o 'teste do olhinho' com a pediatra quando chegou para mim e segundo a avaliação estava tudo ok!

Muito bem...agora a história!

No ano passado marquei consulta para os 3 num oftalmo aqui do meu convênio. Marquei porque a Tamiris estava tendo dores de cabeça constantes e a pediatra achou melhor dar outra avaliada na visão dela.
O resultado foi o seguinte:
Tales 100% de visão, Tamiris saiu com receita para hipermetropia, Taís o 'especialista' não quis nem examinar e mandou voltar com ela quando estivesse no quinto ano de vida, antes de completar 6 anos.

Bem, como costumo seguir as orientações à risca, não me conformei com essa orientação deste oftalmo porque estava em desacordo com o que eu sempre ouvi, mas deixei passar.
Em janeiro deste ano fui com os grandes novamente no mesmo oftalmo, porque era muito bonzinho, muito atencioso com crianças, mas fiquei com a pulga atrás da orelha. Nesta consulta Tales estava com 100% de visão e Tamiris saiu com nova receita de lentes para hipermetropia, entretanto saí de lá decidida a marcar consulta ainda este ano para os 3 em outro especialista.
Na última semana de aula a Tamiris deixou os óculos dela sobre a mesa e uma bricadeira de empurra-empurra dos meninos fez com que os óculos dela caíssem e um dos meninos pisasse, quebrando o dito. Isso foi a deixa para eu marcar consulta com uma especialista logo para a segunda semana de férias. Marquei para os 3!
E o resultado foi:
Tales: + de 100% de visão! Isso mesmo!!! Ele vê mais que a médida das pessoas sem nenhum problema de visão. Conseguiu enxergar letras num tamanho que, segundo a especialista, pouca gente consegue. Por isso a avaliação de + de 100% de visão.
Tamiris: a especialista começou a avaliá-la falando...
- mãe, ela usa óculos para quê,  mesmo?!
- hipermetropia...
- hum...ela não tem nada no exame de fundo de olho. Nada mesmo.
- mas ela tinha dores de cabeça e o outro oftalmo receitou estes óculos.
- ela tem dores de cabeça por outro motivo qualquer. Da vista não é! De toda forma, vamos dilatar para ver se dá alguma coisa...
Dilatou, examinou e...nada, nada, NADAAAAA!!!
Perguntei se não poderia ter resolvido o problema no tempo que ela usou os óculos e ela disse que os óculos que ela tem não servem para nada, que não é grau de hipermetropia, que é uma espécie de óculos para descanso e que se ela realmente tivesse alguma coisa estas lentes não serviriam de nada!
Imaginem como eu fiquei feliz em ouvir que gastei dinheiro e minha filha usou óculos sem nenhuma necessidade!
Ela falou que as dores de cabeça podem ser pelo processo alérgico ou por outra coisa qualquer, para conversar com a pediatra e fazer investigação.
E chegou a vez de avaliar a Taís, que estava em cólicas para ser examinada! rss..
Fica de joelhos no banco para exame do fundo de olho. A oftalmo examina e já diz:
- mãe, ela tem astigmatismo, viu? O olho esquerdo é mais afetado que o direito, mas tem nos dois. Vamos dilatar para examinar melhor, porque criança às vezes força a vista e dá resultado falso.
Dilatadas as vistas, Taís volta para o banco e o exame de fundo de olho confirma o astigmatismo. Até aí tuuudo bem. Em seguida ela foi colocada na cadeira para aferir o grau e daí em diante começa meu pesadelo.
A oftalmo ía e vinha e não conseguia aferir o grau. Franzia a testa, andava de um lado para o outro, tentou de uma forma, tentou de outra e falou:
- mãe, tem algo errado. Tem algo a mais além do astigmatismo porque eu não estou conseguindo ver o grau dela. Ela reclama de algo nos olhinhos?
- sim...de vez em quando ela reclama que o olho esquerdo dói e que 'chora sozinho'. O olhinho verte lágrimas sem ela estar chorando e sem estar resfriada.
- hummm, então vamos avaliar essa dor.
Sentou, colocou um aparelho com lente de aumento e luz na testa e falou, espantada:
- mãe, ela não reclama de dor nesse olho?
- sim, de vez em quando...
- mas era para ela estar sentindo muita dor. O olho dela fica vermelho?
- sim...tem dias que o olho esquerdo fica vermelho no final do dia, tem dias que já amanhece vermelho.
- ela costuma colocar as mãozinhas nos olhos?
- sim, com frequência. está sempre coçando ou esfregando.
- a retina dela está toda cortada!
O coração já estava saindo pela boca! Como a retina estava cortada?! Porquê?! O que estava cortando a retina dela?!
- tem um sílio que nasceu invertido e fica lesionando a retina o tempo todo que ela pisca. Vamos ter que tirar...
- Tá..tudo bem! Tira o bendito sílio invertido e aí a coisa está resolvida, né?
- mais ou menos. Ela sempre teve olhos grandes?!
- sim, sempre!
- como eram quando ela nasceu?
Aí contei que a conheci com um mês, que não a vi quando nasceu,  mas que quando a vi pela primeira vez foi o que me impressionou: o tamanho dos olhos! Ela só tinha olhos: grandões, estufados, parecia que íam saltar para fora das órbitas principalmente quando arregalava para olhar para a gente.
Ela fazia 'hummmm' e passou a apalpar os olhinhos fechados. Apalpou, apalpou, depois que tirou o cílio tentou aferir o grau novamente, mas disse que não ía dar, que teríamos que voltar em 15 dias que é o prazo para cicatrização da retina.
Depois de tentar novamente sabendo que não ía dar, vira para mim e fala:
- mãe, vou precisar encaminhá-la a um especialista para uns exames...
- que tipo de especialista?
- em glaucoma. Ela tem olhos muito grandes, tem dor, tem lacrimejamento, o exame dela mostra umas manchas no fundo do olho que indicam que pode ter glaucoma congênito.
Parecia que tinham tirado o chão debaixo dos meus pés!
Ela sentou na sua cadeira, pegou o telefone e ligou pessoalmente para o consultório da especialista. Marcou a consulta para daí a 5 dias, depois desligou e começou a explicar:
- mãe, é preciso fazer um exame de pressão do olhinho, eu até tenho o aparelho aqui mas não dá para fazer porque é ruim e ela não vai deixar. Até em adultos é um exame complicado porque o aparelho toca no olho várias vezes e em crianças esse exame é feito com sedação. Só a especialista poderá fazer...
Bom, meu estômago estava embrulhado, minha cabeça doía e eu só pensava na vontade que eu tinha de matar o outro oftalmo! E minha mente pulsava a palavra glaucoma! Tudo que eu lembrava de glaucoma era só sofrimento!!!
Aí ela perguntou como tinha sido a avaliação dela no outro oftalmo e eu disse que ele nem quis examiná-la, que mandou voltar com ela entre o quinto e o sexto ano de vida e ela disse que essa é a orientação do SUS, só que eu pago, e pago bem pelo convênio! Ela não foi levada ao oftalmo do SUS!
Ela comentou que não era ético o que ela iria falar, mas que de cara ele deveria ter desconfiado de algo errado pelo tamanho dos olhos dela, falou que quase nenhum oftalmologista gosta de examinar criança porque criança dá trabalho, que os oftalmos da cidade estavam encaminhando todas as crianças especiais para o consultório dela falando para as mães que ela era especialista em crianças especiais, mas que não era nada disso, que ela é oftalmo geral e que examina todo mundo.


Pois bem...depois de tudo que ouvi dela, afinal de contas só a consulta da Taís levou 50 minutos, concluí que com o outro oftalmo foi meio assim: eu levei 3 crianças, uma ele não quis examinar, uma estava com a visão ok e como uma tinha dores de cabeça, para eu sair de lá feliz, ele deu uma receita de 'placebo' de óculos! Ódio mortal!
Saí de lá com duas consultas agendadas: uma para a especialista em glaucoma, uma para retorno em 15 dias, passando mal, com uma sensação de ter falhado, com muita raiva porque se ela tivesse mesmo o glaucoma e o outro tivesse examinado ela já poderia estar tratando há mais de um ano, com medo da sedação para o exame porque é com anestesia geral em hospital, com dó da pequena e com mais um monte de coisas que nem eu mesma conseguia identificar. Não sabia se pensava: 'puxa, ainda bem que já é quarta' ou 'ai, meu Deus, ainda é quarta', porque a consulta com a especialista seria na segunda seguinte.

A consulta foi nesta última segunda, mas conto em outro post. Só para adiantar, ela não fez sedação e não deu nada de glaucoma, graças ao bom Deus!

bjs,

Cláudia

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Glaucoma Congênito


Queridos que ainda visitam este nosso cantinho, pesquisando sobre glaucoma congênito encontrei uma matéria interessante e resolvi colocar aqui para que, principalmente papais que adotam e não tenham conhecimento do histórico biológico de hereditariedade do filhinho possam saber identificar este problema com mais facilidade.
Meu pai sempre diz que conhecimento é ouro e eu digo que quem tem conhecimento sai à frente, sempre, sempre!

Depois venho com calma contar o porquê de eu estar trazendo este assunto. Por agora, leiam o artigo e observem sempre seus filhos, sobrinhos, netos, qquer cça (principalmente a adotiva, pq este é um problema hereditário!) para que possam identificar (ou suspeitar) do problema precocemente!

Grande beijo,

Cláudia

A criança e o glaucoma – primeira parte
Glaucoma Congênito é uma doença rara, hereditária, caracterizada pelo aumento da pressão intraocular em crianças portadoras de má formação nos olhos. Pode atingir apenas um ou os dois olhos e costuma estar associado a transtornos sistêmicos e síndromes, como a Síndrome de Sturge-Weber.
Quando o diagnóstico não é realizado a tempo, a doença leva à cegueira irreversível.

Os principais sinais clínicos são:
Lacrimejamento: os olhos estão sempre molhados, úmidos.
Fotofobia: quer dizer medo da luz. A criança não tolera a claridade.
Buftalmia: olhos grandes, desproporcionais ao rosto do bebê, parecem saltar das órbitas. Quando atinge apenas um dos olhos, é assimétrica.
Córneas (olhos que lembram a jabuticaba): muitas vezes a córnea apresenta coloração azul violácea. Isso se deve ao edema provocado pela pressão alta intraocular, dando a impressão de que a córnea ocupa todo o espaço, ficando difícil ver a pupila e a íris.
Em alguns casos, não há edema e os olhos apresentam apenas uma leve diferença de tamanho.

Após a avaliação da criança, o oftalmologista irá realizar exames de refração, fundo de olho e o exame de biomicroscopia com avaliação da câmara anterior e seus anexos - que pode ser feito em todas as crianças, independente da idade.

Caso os indícios levem ao diagnóstico de Glaucoma Congênito, será necessário aplicar sedação ou anestesia geral na criança, para que o oftalmologista possa aferir a pressão intraocular (tonometria), proceder a avaliação do ângulo formado entre a íris e a córnea (gonioscopia), calcular o diâmetro horizontal e vertical das córneas e realizar a ultrassonografia da espessura da córnea (paquimetria).

O Glaucoma Congênito não tratado é uma das principais causas de cegueira infantil (20%), porém, existe tratamento, bastando para isso que os pais e cuidadores, investiguem o histórico familiar (50% com histórico familiar), levem seus filhos ao oftalmopediatra logo no primeiro mês de vida se indentificarem alguns dos sinais ou sintomas acima descritos.

Autor: Dra. Lígia Beatriz Bonotto – Oftalmopediatra
Glaucoma congênito como causa de cegueira, Fonte: An. Oftalmol, 2(1): 102-5, jul 1983.

Retirado deste SITE

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Ajudem a Divulgar : Rosas ou Espinhos


Amigos,

A pedido da amiga Sandrinha da comunidade "Procuro mãe, família biológica" estou divulgando o link do site Rosas ou Espinhos para ajudar brasileiros que foram adotados ilegalmente nas décadas de 80 e 90 por famílias israelenses a encontrarem suas famílias biológicas.
'Milhares de brasileiros adotados por israelenses nos anos 80/90, vítimas das quadrilhas de tráfico internacional de crianças de Arlete Hilu e outros, procuram hoje por suas mães e famílias biológicas.....'  (Rosas ou Espinhos)

Para acessar o site e conhecer as histórias dos brasileiros que procuram suas famílias biológicas, clique AQUI

Peço que quem puder, por favor, divulgue o link em suas redes sociais.
Vamos tentar ajudar estes brasileiros que foram adotados ilegalmente a encontrarem suas famílias biológicas!

Grande beijo,

Cláudia

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Oficialmente de Férias!!!

Bem, estamos oficialmente de férias hoje!
Na verdade as férias começaram na semana passada, mas houve campeonato de futebol do fundamental 2 e ensino médio, teve reuniões, teve excursão, o que equivale a dizer que estive no colégio praticamente a semana inteira! kkk

Bem, do campeonato de futebol tivemos medalha de prata! A equipe do Tales ficou em segundo lugar na categoria fundamental 2 e a da Tamiris em segundo lugar do ensino médio. Embora sejam do fundamental 2, pelo tamanho dos meninos acabaram competindo com o médio.

Das reuniões tivemos: medalhas de prata e de bronze para Tamiris e Tales, respectivamente!
O colégio premia todos os alunos que atingiram média glogal entre 7 e 10.
Tamiris manteve a medalha de prata. Não piorou, mas também não melhorou e eu não tenho do que reclamar já que as médias dela juntas e divididas ficaram em 8,5!
O que puxa a média global dela para baixo é a bendita matemática, mas também não tenho do que reclamar porque com toda a dificuldade que ela tem, está fazendo seu melhor e está rendendo a média mínima sem entrar no vermelho!

Tales piorou! Caiu de 8,5 para 7,3 na média global. Desceram 5 médias. Muito, né?!
Devo conversar com ele esta semana porque como eu falei com a coordenadora pedagógica, eu não exijo que sejam os primeiros da classe, que tirem 10 em tudo, mas exijo que sejam o melhor que podem ser e ele pode ser muito mais do que 5 médias 6,0! Tem capacidade para render mais, aprender mais, produzir mais e sem grandes esforços, porque se se esforçar fica na média máxima!

O colégio trouxe o curso de robótica para o próximo semestre. Será um curso de 1 ano e meio a 2 anos, extracurricular.
Pensei em não deixá-lo fazer, mas vou dar uma oportunidade. Ele começará o curso, mas se não render nas matérias eu tiro depois da reunião do terceiro bimenstre. Aí, para voltar terá que  merecer beeem merecido mesmo!

Taís teve aproveitamento dentro do esperado para a idade. A professora disse que ela é muito tímida, mas que a timidez dela não a atrapalha nas atividades. Ela consegue desenvolver atividades de oralidade, contando histórias na frente da sala.
Suas pinturas melhoraram muito e seus trabalhinhos são uma graça!
Nos desenhos de família ela sempre desenha a Letícia. A professora falou que para ela a Letícia já é um membro da família, já está presente.
Muito fofo, né?!

Na sexta fomos a Sampa e ela foi pela primeira vez ao shopping. Todo mundo curtiu, primeiro porque shopping deixou de ser passeio banal pois aqui não tem nenhum e segundo porque todos adoraram ver a animação e o encantamento dela dentro do estabelecimento...rss
Ela ficou eufórica com as luzes, o tamanho do lugar, sonhou em tomar banho na fonte luminosa e achou que o lanche do Mc de lá era muuuuito melhor que o do Mc daqui! kkk
Também foi pela primeira vez a um passeio de escola. Foi ao zoológico! Passou o dia inteiro fora, chegou feliz e eufórica contando que não colocou a mão na cobra, mas escolheu a cobra de brinde do Mclanche Feliz! kkk

Semana que vem devemos levá-la pela primeira vez ao cinema! Vai ser um evento! Ela está ansiosíssima para o grande dia! rss

Deixo uma fotinho dela com a Laica!

Beijos,

Cláudia

Em tempo: pretendo agora nas férias retomar as visitas aos blogs, com comentários e tudo. Andei visitando, mas não tive tempo de comentar!